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...Um dia os pesadelos se modificam: tornam-se uma sequência de doze sonhos nos quais Robert convive com certo Teplotaxl, um demônio que anda sempre de bengala e faz todo tipo de bruxaria com os números. De sonho em sonho Teplotaxl consegue dominar Robert: sacudindo a bengala para todo lado, vence as resistências do menino e o aprisiona entre contas, cálculos, triângulos, expoentes etc.,

Estudioso das culturas orientais, onde nasceu a matemática, Malba compreendi-a como uma ciência prática, para o uso do dia a dia, e sobretudo como uma matéria que expressava segredos do espírito e da criação do universo. Já no prefácio de 'Matemática divertida e curiosa' Malba Tahan rebela-se contra os que tentam transmitir o conhecimento matemático de modo 'árido e enfadonho', alheio tanto à fantasia que lhe é própria, quanto à vinculação com o cotidiano.

O HOMEM QUE CALCULAVA é uma oportunidade para os aficcionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos da obra. Tahan narra a história de Bereniz Samir, um viajante com o dom intuitivo da matemática, manejando os números com a facilidade de um ilusionista. Problemas aparentemente sem solução tornam-se de uma transparente simplicidade quando expostos a ele.